quarta-feira, 27 de maio de 2009
URGENTE: VAGAS PARA AGÊNCIA FUTURAH EM PRAIA GRANDE
URGENTE: AGENCIA FUTURAH DE PRAIA GRANDE TEM VAGAS PARA FAST FOOD
terça-feira, 26 de maio de 2009
COMO INCLUIR TRABALHOS DE FREELANCER NO CURRÍCULO
Destaque experiências que estiverem em sintonia com a formação e o ramo de atuação, sugere especialistaRachel Sciré
Em algumas carreiras, é comum conciliar o emprego fixo com atividades de freelancer ou até mesmo basear a vida profissional em trabalhos temporários. Mas na hora de montar o currículo, podem surgir dúvidas na maneira de apresentar as informações. De acordo com a coordenadora da área de Gestão de Carreiras da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), Janete Teixeira Dias, é preciso especificar a participação em projetos de curto prazo.
“Toda experiência que tiver sintonia com a formação da pessoa e o direcionamento de sua carreira pode ser incluído no campo ‘Atividade profissional’”, afirma Janete. Isso porque, a menção das ocupações auxilia o selecionador a entender o perfil do profissional e os desafios anteriores. “Mesmo que seja um curto espaço de tempo é uma experiência agregada.”
É importante deixar claro no material o período do freela (início e término), a empresa contratante, o projeto desenvolvido e a relação das atividades do profissional. A especialista também avisa que trabalhos temporários para empresas de destaque na área de atuação podem render pontos no currículo.
Caso a atividade tenha sido desempenhada concomitantemente a um emprego fixo, a solução é apresentar cronologicamente os trabalhos realizados – do mais recente para o mais antigo. “Apresente sua experiência em termos de tarefa realizada e deixe claro o caráter temporário. No momento da entrevista será possível apresentar mais detalhes, caso o selecionador se interesse”, diz.
O que não deverá constar no currículo são trabalhos sem relação com a área de atuação, por exemplo ‘bicos’, conta Janete. Apenas se um trabalho fora do campo profissional for capaz de agregar ao perfil do candidato, vale a pena ressaltar a função. “Uma experiência curta não vai fazer falta no currículo, a não ser que a pessoa não tenha nada para contar.”
Fonte: IG empregos
Líderes de RH veem 2º semestre de 2009 com otimismo
Pesquisa da Right Management foi feita com 200 líderes da área em encontro para pensar estratégias diante do novo cenárioRedação iG Empregos
São Paulo – Os profissionais de RH estão otimistas para o segundo semestre de 2009. Foi o que indicou uma pesquisa da consultoria Right Management, realizada com 200 líderes da área no Brasil, durante evento para discutir estratégias e ações em gestão de pessoas para os próximos meses.
A conclusão da pesquisa indica que a maioria (55,6%) dos gestores espera um cenário econômico mais favorável no segundo semestre e 38,5% acredita que o maior desafio para o RH será engajar e reter talentos. “Em tempos, de crise, o talento se torna ainda mais essencial uma vez que é preciso fazer mais com menos”, afirmou o responsável pela área de coaching para KEY Executives da Right, Felipe Westin, na nota divulgada pela consultoria, após o evento.
Com relação ao quadro de funcionários, a maioria acredita que as empresas vão reposicionar pessoas (45,9%). De acordo com 64,4% dos participantes da pesquisa, o atual clima organizacional pode ser classificado como regular. A qualificação do profissional de RH para gerenciar o atual cenário empresarial é avaliada como razoável (43,2%) a bom (40,5%), na opinião dos executivos presentes.
Tendências – Na abertura do evento, Elaine Saad, country manager da Right no Brasil, abriu as discussões apontando quatro tendências para o RH, diante do cenário atual. São eles: a escassez demográfica e de talentos; a necessidade de criação de regras individuais para atrair e reter talentos; o aumento da sofisticação do cliente e a revolução tecnológica.
Para ela, o evento foi marcado pela iniciativa de buscar soluções para esse momento econômico, mas principalmente para preparar os profissionais para os desafios que virão após a crise. “Recursos Humanos é hoje uma das principais áreas de uma organização, pois é por meio de pessoas que as estratégias são executadas. Dessa forma temos que criar o RH do futuro e não esperar por ele”, disse na nota da Right.
domingo, 24 de maio de 2009
DICAS ÙTEIS
Comportamento inadequado na dinâmica de grupo pode barrar contratação
Candidatos a vaga participam de atividades de integração.
Segundo psicólogos, trata-se de uma das principais etapas da seleção.
O candidato enviou currículo para a empresa e foi selecionado por preencher os requisitos básicos. Mas, antes de ser contratado, geralmente passa por uma etapa muito importante: a dinâmica de grupo.
Nunca aplicada isoladamente num processo seletivo, segundo recrutadores, a atividade serve para conhecer melhor alguns traços da personalidade do candidato à vaga. E eles garantem: o comportamento inadequado na dinâmica pode tirar o candidato da seleção.
Confira lista de concursos e oportunidades
"Se eu busco um vendedor, que é um cargo que exige flexibilidade, e, durante a atividade, o candidato mostra que não aceita opiniões, ele pode ser eliminado", explica Gisele Andriotti, consultora da Ricardo Xavier Recursos Humanos.
A timidez, porém, não é motivo para eliminação do candidato, disse a consultora Liliana Notarrigo, gerente de RH da consultoria Allis.
"É lógico que existem pessoas mais introvertidas e mais extrovertidas. A pessoa pode ser tímida, mas o problema é não participar da dinâmica. Se ela falar pouco, mas disser coisas coerentes, tem mais vantagem do que, por exemplo, quem falou demais, foi arrogante, falou no momento em que outra pessoa estava falando, quis ser o centro das atenções."
As dinâmicas são feitas, segundo os recrutadores, com no máximo 20 pessoas por turma e servem para analisar a apresentação pessoal, a dicção, a capacidade de trabalhar em equipe e a criatividade dos candidatos. São mais utilizadas na seleção de funcionários de cargos operacionais do que para candidatos a chefias.
Dinâmica
Na sexta-feira (24), o G1 participou de uma dinâmica de grupo para seleção de funcionários para uma rede varejista.
A atividade, marcada para as 9h, começou pontualmente no horário. Cerca de 15 pessoas de 18 a 30 anos, já pré-selecionados pela empresa varejista, participaram da atividade.
A maioria dos jovens vestia roupa informal, calça jeans e tênis, assim como aconselham os psicólogos. "A roupa para ir à dinâmica deve ser de acordo com a vaga que se está buscando. Se for uma vaga de secretária, tem de estar de roupa social", exemplificou Liliana, da Allis.
Após entrar na sala onde aconteceria a atividade, os jovens - apreensivos - ficaram em silêncio até as explicações da selecionadora, a coordenadora de recrutamento e seleção Ludmila Cremonezi.
Após as informações iniciais e gerais sobre as vagas, a dinâmica começou. Cada candidato pegou um papel com uma palavra escrita.
A brincadeira era inventar uma história com a palavra que estava no papel. O colega ao lado tinha que continuar a narração. Começou com uma caneta que caiu no chão, foi para uma agenda que ficou molhada, passou por uma biclicleta de pneu furado e, em seguida, já se passava em um circo. Durante a brincadeira, os candidatos se descontraíram e chegaram a dar risadas.
"O quebra-gelo serve para avaliar a capacidade de improvisação, a criatividade", explicou Ludmila, consultora de RH que liderou a dinâmica.
Em seguida, foi a vez de um teste psicológico. Cada um recebeu uma folha em branco, e os candidatos tinham que fazer traços na vertical até que a selecionadora dissesse a palavra "sinal", quando então os jovens deviam fazer um traço na horizontal. Ao final, cada um contou quantos traços na vertical fez e colocou o número sobre o traço horizontal.
"No teste psicológico, avaliamos o perfil, a agressividade, a rapidez, a espontaneidade", explicou Ludmila. "Conseguimos ter uma direção sobre em qual turno de trabalho o candidato produziria melhor."
Ao final do exercício, cada candidato escreveu uma redação sobre um tema livre. "O objetivo é analisar a grafologia e se cada um escreve corretamente, não saber se a letra é feia ou bonita", disse Ludmila.
Os candidatos então se separaram e participaram de uma entrevista individual com outra consultora para obter mais detalhes, como salários e benefícios.
Nervosismo
Paula Chagas, de 19 anos, participou da dinâmica e disse que no decorrer da atividade se sentiu bastante nervosa. Ela já trabalhou por dois anos em uma loja, mas nunca tinha participado de uma atividade do tipo. "A gente fica nervosa porque tem medo de não passar", contou.
Ao seu lado, Amanda Rodrigues, de 23 anos, estava tentando o primeiro emprego. Disse que também ficou nervosa, mas afirmou estar confiante. "Preciso muito do emprego."
Com 18 anos, Aline França contou já ter participado de outras dinâmicas e afirmou que, no início, a timidez atrapalhava.
"Sou um pouco tímida, então atrapalhou em outras vezes. Mas agora já estou acostumada."
Receita
A consultora Gisele Andriotti afirmou que não existe receita para se dar bem em uma dinâmica.
"É preciso agir de forma natural, da forma que a pessoa é. O selecionador percebe quando alguém tenta ser o que não é."
A gerente da Allis, Liliana, aconselha: "O problema não é como devo me comportar. Não tem jeito certo porque não sabe o que será avaliado. Mas é importante que não criar um personagem e se concentrar bastante no que é pedido."
Fonte : Site G1 do www.globo.com


