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terça-feira, 9 de junho de 2009

HOJE É O DIA DO PORTEIRO: PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA


Comemora-se hoje dia 09 de junho, o dia do porteiro. Esse profissional tão presente em nossas vidas, que ás vezes nem o notamos, como se fosse alguém da família. Nós da Futurah temos um excelente curso de Portaria, conheça-o através de nosso site:
www.futurah.com.br

ou pelos telefones de nossas agências:

Bertioga: 13 3316 4342 - Juliana

Praia Grande: 13 3016 4443 ou 13 3471 8323 - Regina.

CUIDADO PARA NÃO COMETER ERROS EM SEU CURRÍCULO!

Os erros que comprometem o seu currículo
Todo cuidado é pouco na hora de elaborar seu CV. Alguns descuidos
podem ser fatais e estragar uma boa oportunidade

Responsável, normalmente, pelo primeiro contato entre candidato e contratante, o currículo é um documento que tem o poder de abrir várias portas, ou fechar outras tantas. Por isso é tão importante dedicar tempo à sua elaboração, pois todo cuidado é pouco na hora de elaborar seu CV, e alguns descuidos podem ser fatais, acabando com boas oportunidades de emprego por mera falta de atenção.

Para evitar que você corra esse risco, reunimos dez erros que devem ser evitados por aqueles que desejam ter um currículo eficiente e que desperte a atenção do selecionador, abrindo caminho para o próximo passo do processo seletivo: a tão sonhada entrevista de emprego.

Confira as dicas e, depois, revise seu currículo para ver se não deixou escapar nenhum erro que possa comprometer suas chances. Boa sorte!

1. Informações desatualizadas
O seu currículo deve ser um panorama atual de seus trabalhos e realizações profissionais, além de conter os últimos cursos realizados e os conhecimentos adquiridos. Um currículo muito desatualizado pode fazer com que você perca a oportunidade de conseguir um novo emprego, pois demonstra descuido e não informa devidamente sobre a sua atuação.

2. Não fazer o resumo de suas habilidades
É muito importante descrever suas principais realizações, metas alcançadas e suas habilidades mais requisitadas. Ajuda (e muito) você a se destacar entre as centenas de outros currículos.

3. Informações incompletas
Simplesmente listar os empregos pelos quais passou, fazendo uma descrição crua das suas obrigações, vai fazer com que o seu currículo seja mais um entre milhares. Dê ênfase aos diferenciais, como o desenvolvimento que teve em seus trabalhos anteriores e as metas que conseguiu atingir.

4. Escrever demais
Procure ser sucinto e descrever apenas o que realmente interessa para ganhar a atenção do recrutador. Evite, por exemplo, mencionar no currículo as razões pelas quais você deixou os empregos anteriores ou o fato de você estar com o nome sujo no mercado. Esses assuntos só devem ser mencionados durante a entrevista, se o recrutador perguntar. O currículo é o resumo dos fatos e dos empregos mais importantes de sua carreira. Então é hora de deixar de lado empregos passageiros e sem importância, que não tenham grande influência em sua vida profissional. O currículo pode até ser um pouco longo, mas as informações devem ser claras e concisas, para atrair a atenção do selecionador.

5. Desleixo
No caso dos currículos impressos, a qualidade da impressão é importante. Por isso, prefira imprimir seu currículo em impressoras de boa qualidade e não tire cópias em máquinas copiadoras. Um currículo com boa qualidade de impressão e em bom papel, além de facilitar a leitura, mostra o quanto você se importa com sua imagem e com sua carreira. Não se esqueça de ler, reler e checar possíveis erros gramaticais e também o tipo de letra que você usou (misturar muitos tipos pode prejudicar a leitura do currículo). Pedir para um amigo ler seu currículo é uma boa saída para não deixar passar pequenos erros.

6. Linguagem desapropriada
O currículo nada mais é do que uma comunicação profissional e deve ser escrito de maneira formal, clara e impessoal. Procure evitar o uso de pronomes pessoais nas frases - coisas do tipo "eu desenvolvi um projeto", substituindo por algo como "desenvolvimento de projeto". O uso excessivo do pronome "eu" pode dar a idéia de um profissional egocêntrico e prepotente.

7. Datas desencontradas
Cuidado ao citar os períodos em que esteve em cada empresa e em cada função. Colocar datas de entrada e saída de cada emprego é importante para que o selecionador saiba a velocidade em que as coisas aconteceram em sua carreira. Deixar de lado essas datas pode causar dúvidas nas pessoas que estão analisando seu histórico profissional.

8. Informações desordenadas
Se você tem experiência em campos de trabalho diversos e acredita que todos eles devam ser incluídos, evite colocá-los por ordem cronológica ou por outro critério que embaralhe os dados. Separe os segmentos por tópicos diferentes, como Vendas eTreinamento . Assim, seu currículo fica mais claro e você não confunde a cabeça do selecionador.

9. Citar detalhes dos dados pessoais
Esqueça! Tanto nomes de filhos e parentes como números de documentos (RG, carteira de habilitação, CPF, etc.) servem apenas para cadastro em sites como oEmpregos.com.br . Os selecionadores não querem perder tempo lendo detalhes que podem ser conferidos depois. Portanto, não mencione essas informações.

10. Exagerar nos enfeites
Não aplique cores e muitos recursos no texto do currículo. O texto limpo é uma das garantias de que o selecionador não vai se cansar de ler. Coloridos e excessos de marcadores atrapalham a leitura.

Fonte: Empregos.com.br jornal Carreiras

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ENTREVISTA: DETALHES SÃO IMPORTANTES


Entrevista de emprego: um detalhe faz toda a diferença

Dicas sobre como se comportar antes, durante e após o processo seletivo de uma empresa

No início do ano, é natural que as pessoas se animem em estabelecer uma série de mudanças em suas vidas. Procurar um emprego está entre as principais. E, com isso, buscam ajuda em diversas fontes sobre como se comportar em um processo seletivo.

Mesmo sentindo-se preparadas para ocupar a vaga, é natural que as pessoas fiquem nervosas antes de participar de uma entrevista de emprego. As atuais exigências feitas pelas empresas - que aumentam conforme o cargo se eleva - são as principais responsáveis por esse incômodo causado nos candidatos. Por esse motivo, é preciso que eles tenham consciência das dificuldades e saibam se portar diante delas.

Para os consultores da BSP Career, além de estar preparada psicologicamente para participar de uma entrevista de emprego, a pessoa necessita prestar atenção em alguns detalhes que podem fazer toda a diferença. Desde o currículo ideal até o agradecimento pela oportunidade: o entrevistador está atento a tudo e o candidato, se não quiser ficar pra trás no mercado de trabalho, precisa se adequar a todas as exigências.

Seguem, abaixo, dicas que podem ajudar o candidato a fazer a diferença no processo seletivo:

- O seu currículo é a chance de causar "a primeira boa impressão". Ele deve possuir alguns conceitos básicos: objetividade, assertividade e clareza. Por isso ele precisa, muitas vezes, ser reestruturado, enfatizando:
* quantificação e qualificação dos resultados alcançados
* foco na(s) área(s) de interesse

- Uma oportunidade surgiu e você não foi o escolhido? Não desista! Lembre-se que determinação, persistência e, principalmente, "motivação" são fatores imprescindíveis nas tomadas de decisões. Estas variáveis "subjetivas" permeiam a carreira dos executivos, não só em processo de transição, como também ao longo de toda a trajetória profissional.

- Assertividade durante a entrevista! É sempre adequado levantar informações sobre a empresa, segmento de mercado em que ela atua, produtos, concorrência, enfim buscar conteúdo para embasar as possíveis perguntas ao entrevistador.

- E-mail de agradecimento ao entrevistado. Você já fez isso? Parece um pequeno detalhe, mas que pode garantir sua vaga na empresa. Confirma sua imagem apresentada na entrevista, ressalta seus pontos fortes, o diferencia dos demais. Não sabia disso? Fique atento às novas "leis" da etiqueta corporativa para garantir seu espaço no mercado.

- Recebeu a ligação para a entrevista? Deixe para acertar salário e benefícios pessoalmente. Face a face você pode valorizar mais seu trabalho e sua experiência. E se a ligação foi só para perguntar sobre esses valores, tente argumentar e gerar uma oportunidade de entrevista pessoal.


Fonte: Carreira e Sucesso.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ATENÇÃO COM O VISUAL!

Concursos públicos para PM barram candidatos com piercings e tatuagens

Há ainda limite de idade e altura mínima para ingresso na Polícia Militar.
Corporações do DF, MG, SC e SP somam 5 mil vagas de oficial e soldado.

Mariana OliveiraDo G1, em São Paulo

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Ampliar FotoFoto: Reprodução / TV Globo

Polícia Militar de SP (Foto: Reprodução / TV Globo)

Os concursos públicos para ingresso na Polícia Militar trazem uma série de exigências que podem eliminar interessados em fazer carreira na corporação.

Candidatos com tatuagens em locais visíveis, piercings ou com altura inferior à determinada, podem ser barrados nos exames médicos, mesmo após tendo passado pelas outras etapas do processo seletivo.

Confira lista de concursos e oportunidades


Na PM do Distrito Federal, que tem edital publicado para curso de formação de oficial, o edital prevê impedimento para candidatos com dentes cariados, aqueles que não têm 24 dentes, que tenham cicatrizes deformantes que comprometam a estética ou função e "tatuagem obscena ou ofensiva à saúde, à moralidade, aos bons costumes".

Candidatos com calosidade ou pé torto também podem ser barrados no exame médico.

De acordo com o capitão Alexandre Henrique Garcia Viana, da seção de recrutamento e seleção da PM do DF, no caso das cicatrizes, por exemplo, só são barrados no caso de impedir o movimento.

"Tudo é avaliado para que o candidato consiga desempenhar sua função adequadamente. No caso de varizes, por exemplo, alguém que tenha problemas sérios e não possa ficar em pé muito tempo, não pode ser policial. A calosidade é outro exemplo. O policial precisa ficar de coturno, se o candidato não puder usar sapato fechado, pode ser reprovado", afirmou capitão Garcia, como é conhecido na corporação.

Em Santa Catarina, que tem concurso com inscrições abertas para oficial, quem tem piercing será considerado "inapto" para entrar na PM, destaca o edital. A corporação impede ainda tatuagens e cicatrizes "extensas, deformantes, aderentes ou antiestéticas".

De acordo com major Viston Texeira, chefe do centro de seleção - ingresso e estudo de pessoal da PM de Santa Catarina, caso o candidato tenha tido piercing e o retire, ele se torna apto a participar da seleção. "Temos casos de jovens que colocam 10, 12 piercing. Dessa forma, o policial vai ter dificuldades para se colocar como autoridade."

O major informou, porém, que as tatuagens são permitidas, quando em locais mais escondidos. "Mas se tiver em qualquer parte do corpo tatuagem que fizer apologia ao crime, não pode. Imagina um policial com tatuagem de caveira, isso tira a credibilidade", afirmou o major.

Uma decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública de SP, de agosto do ano passado, no entanto, ficou do lado de um candidato a policial que tinha sido excluído por ter uma tatuagem. A Justiça permitiu que ele continuasse no processo seletivo.

Ingresso na carreira

As corporações em cada estado definem suas regras para ingresso na carreira.

É possível entrar como soldado, cargo que em alguns locais exige nível médio e em outros nível superior; e oficial, cargo que na maioria dos locais exige nível superior em direito.

Entrando como oficial, o policial pode chegar ao topo da hierarquia da PM, no cargo de coronel, salário de cerca de R$ 16 mil bruto. Se entrar como soldado, ele somente chegará a ser major, cujo salário é de cerca de R$ 9 mil bruto.

Atualmente, as corporações do DF, MG, SC e SP somam 5 mil vagas de oficial e soldado.

Veja concursos para ingresso na Polícia Militar:

LocalVagasRequisitosInscrições
Distrito Federal35 para oficialnível superior em direito e no máximo 35 anos. Homens devem ter no mínimo 1,65m e mulheres, 1,608 a 29 de junho
Minas Gerais60 para oficialé preciso ter ensino médio completo e idade entre 18 e 30 anos. A altura mínima é de 1,60maté 11 de junho
Interior de Minas Gerais1.600 para soldadoé preciso ter ensino médio completo e idade entre 18 e 30 anos. A altura mínima é de 1,60mde 8 a 25 de junho
Região Metropolitana de BH1.040 para soldadoé preciso ter ensino médio completo e idade entre 18 e 30 anos. A altura mínima é de 1,60mde 10 e 27 de agosto
São Paulo2.250 para soldadoainda não divulgadosvagas foram autorizadas pelo governo, mas edital ainda não foi publicado
Santa Catarina35 para oficialter nível superior em direito ou ciências jurídicas, carteira nacional de habilitação (CNH) na categoria B, ter no máximo 28 anos e 11 meses. Homens devem ter no mínimo 1,65m e mulheres, 1,60até 21 de junho

FONTE: G1 DA WWW.GLOBO.COM

quarta-feira, 3 de junho de 2009

CUIDADO COM SEU PERFIL NO ORKUT!!!

Exposição excessiva nas redes sociais pode atrapalhar sua carreira




Recentemente, uma notícia divulgada em grandes portais de informação e jornalismo suscitou uma polêmica: quais são os limites de exposição, e como os profissionais devem atuar nas redes sociais de forma a manterem a liberdade de ter seu espaço na web (liberdade de expressão), mas sem comprometer a sua carreira profissional?

Tudo começou porque a jovem britânica de 16 anos, Kimberely Swann foi demitida após escrever no site de relacionamentos Facebook que seu emprego era chato. A jovem trabalhou por três semanas no escritório administrativo da empresa Ivell Marketing & Logistics, na cidade de Clacton, antes de ser demitida.

De acordo com a entrevista de Kimberely ao jornal Daily Mail, a garota não havia citado na rede o nome da empresa, e acreditava ser natural comentar que serviços administrativos como o dela são chatos, ainda mais nas primeiras semanas de trabalho (quando ainda está se acostumando com a função).

Não deu outra. A empresa de Kimberely descobriu na rede o comentário e não tardou a demiti-la. Mas será que essa atitude de vasculhar recados, depoimentos, comunidades e comentários na rede mundial de computadores seria correta? Existem critérios, ou até uma própria ética na rede, para que fatos como este não acontecessem mais?

Para o consultor de Recursos Humanos, Mário Clementino Soares Jr., o que aconteceu na Inglaterra é um absurdo, pois, na opinião dele, o que é importante para a empresa é saber o que o funcionário faz durante o expediente de trabalho e dentro da empresa. “Cabe à gestão da empresa limitar as informações para as quais utiliza como fonte sobre seus colaboradores. Eu, por exemplo, faço parte da comunidade ‘odeio acordar cedo’, porém isso não significa que chego atrasado ao trabalho”.

Se invadir perfis para o consultor seria uma atitude antiética, por outro lado ele também acredita que o profissional é quem gerencia sua reputação na rede. E dá dicas: “Os limites de exposição estão diretamente relacionados ao seu objetivo em participar desses sites. Se o foco for networking corporativo, sugiro manter fora do perfil aquelas fotos da última balada ou comunidades de festas, bebidas e manias. Porém se o foco for o de fazer amigos, expressar o pensamento e até paquerar, é extremamente importante entender quem pode participar da sua rede. Se for o caso, não adicione comunidades da empresa, não adicione colegas de trabalho, apenas pessoas em quem confia. Uma rede social muitas vezes é como o diário de um adolescente. Você precisa pensar: quem eu quero que leia meu diário?”, pondera.

As confusões e más interpretações decorrentes do mau uso da rede já foram vividas pelo consultor que, depois da experiência negativa, determinou critérios para a exposição pessoal. “Teve um funcionário meu que era conhecido do meu irmão e achou que era meu amigo também. Passou a ter liberdade de fazer brincadeiras que não cabem no ambiente de trabalho. Foi um momento complicado, comecei a ter meu respeito e credibilidade abalados. A solução foi fazer uma limpeza na rede!”.

Por outro lado...

Há quem pense diferente do consultor de RH. Para Pedro Eduardo Rodrigues, consultor da Prisma Consulting, a exposição na rede expõe exatamente as pessoas como elas são, pois proporciona a liberdade de crenças, opiniões e valores. Para ele, não haveria mal algum em utilizar as informações, mesmo que pessoais, como critério de seleção profissional.

“Fazendo buscas no Google e Orkut, já me surpreendi com cada recado, blog e notícias que fizeram eliminar um candidato. Cito um caso de uma entrevista, na qual o candidato fazia parte da comunidade ‘odeio empresa tal’. Fiz a observação no CV e questionei: ‘Mas no seu Orkut você participa de uma comunidade falando mal da empresa! Por que participar dessa comunidade expressando seu ódio se você acaba de dizer que foi lá que se desenvolveu, contribuiu com a empresa, foi reconhecido e saiu apenas por causa de uma reestruturação? O candidato ficou totalmente desconcertado e sem respostas e, é claro, sem o emprego”, e conclui: “na rede, é preciso ter cuidado!”.

Afinal, quem não deve...

“Não teme!”, é o que pensa a Consultora de Novos Negócios do Instituto Eneagrama, Evelise Oliveira. Para ela, as redes sociais – orkut, blogs, facebooks, twitter, entre outros – são muito válidas quando usadas com inteligência. “Acredito que o bom senso e a gentileza devem sempre fazer parte das regras, mas tem gente que ainda não entende muito bem isso. O objetivo das redes é dar o direito de cada um ter seu espaço na web, mas o que cada um faz dele [espaço] é de livre arbítrio. Ou usa ao seu favor, ou contra você”, opina.


fONTE : CATHO ON LINE

MENTIR PARA CONSEGUIR EMPREGO NÃO VALE A PENA

ACONSELHAMENTO DE CARREIRA
Mentir para conseguir emprego nunca vale à pena.


Tatiana Aude

Por mais incrível que possa parecer, se procurarmos nas ferramentas de busca da internet assuntos relacionados às mentiras utilizadas para conseguir emprego, vamos encontrar até fóruns onde o mediador presta o maior apoio - e se diz orgulhoso, inclusive! - em saber de histórias de pessoas que mentiram e obtiveram êxito no emprego almejado.

A mentira é um vício que faz parte da educação ou cultura em que determinada pessoa está inserida. E, em geral, começa a ser praticada na vida pessoal, sendo transferida, na sequência, para a vida profissional – e é justamente aí que mora o perigo. O candidato a uma vaga de emprego quer, de todas as formas, aumentar as suas chances da sua contratação para determinado cargo (ainda mais em época de crise, onde as ofertas de emprego são menores) e, então, mente ou omite a idade, local de moradia, grau de instrução, cursos que nunca passou nem perto de fazer, entre tantas outras informações.

São várias as formas de mentir e de convencer o selecionador de que aqueles dados são fiéis à realidade. Mas, do outro lado da mesa, os profissionais de Recursos Humanos são enfáticos: toda mentira, uma hora ou outra, será descoberta!

“A mentira pode acontecer em qualquer fase do processo, mas não adianta. Nós temos meios de descobrir, pois somos treinados para fazer o candidato cair em contradição. Por exemplo, quando ele diz que foi demitido por corte de pessoal. Como temos contato com muitas empresas, temos como saber quais estão, de fato, o motivo da redução do quadro defuncionários em determinada empresa. Também sabemos quando o candidato engana nas datas dos períodos das empresas, se tem realmente o curso que cita etc.”, afirma asócia diretora da Dom Graphein, empresa de soluções em grafologia e RH, Luciana Boschi.

Este é apenas um exemplo simples, mas há situações que se tornam realmente insustentáveis dentro da empresa. Passada a mentira no momento da seleção, se o candidato ingressa na organização, muitas vezes cai em contradição ou deixa transparecer a falta de preparação para o cargo por não conseguir segurar a máscara durante muito tempo.

Para a psicóloga, o tempo de validade de uma mentira dessas geralmente não ultrapassa os três meses de experiência.

“Muitas são as razões que levam alguém a mentir, e já peguei várias delas. Alguns mentem porque acham que não vamos descobrir e querem levar vantagem. Outros mentem por medo de perder a oportunidade. É comum, porque o mercado está muito competitivo e os candidatosfazem qualquer coisa para se recolocarem, mas em geral, se a pessoa mente, uma hora ou outra, no dia-a-dia do trabalho, ela acaba se traindo. E todos descobrem que não era bem do jeito que ela se vendeu para a empresa. Por sorte isso costuma acontecer antes dos três meses, e a pessoa perde a confiança da empresa”, explica.

Algumas situações

Na entrevista ao jornal Carreira & Sucesso, Luciana demora a se recordar de um caso mais marcante, já que a mentira e a omissão realmente são muito corriqueiras. Mas lembra que em um dos casos, ela chegou a pedir ao candidato que escrevesse uma redação de próprio punho e a entregasse na fase posterior. Ele teria dado a redação para a esposa fazer e caiu em contradição na hora dos comentários a respeito do tema. A mentira foi, então, desmascarada!

Outro caso, desta vez mais ingênuo por parte do candidato, aconteceu com o diretor executivo da Training People, Luciano Amato. Há sete anos, ele comenta que, terminado todo o processo de seleção para uma vaga, flagrou a mentira na hora do candidato entregar a documentação.

“A vaga exigia formação superior, e no currículo do candidato indicava que ele havia concluído o 3º grau. Como a entrevista não prevê a apresentação de documentação, mas sim a identificação da competência alinhada aos objetivos organizacionais - e o candidato as tinha - ele foi aprovado na etapa. Porém, ao ser solicitado os documentos para a admissão, ele não apresentou no prazo previsto. E como a empresa só procedia à admissão e registro com os documentos à mão, o processo foi adiado. Foi uma surpresa para nós quando ele informou que não tinha concluído o curso. Depois de algumas reuniões internas, e de tentar entender o contexto da atitude do candidato, decidimos cancelar a contratação, baseados na ética e quebra de confiança”, ressalta.

Confiança, aliás, é a palavra chave da relação funcionário/ empresa. E quando ela é perdida logo no momento da contratação, dificilmente o processo é revertido a favor do colaborador. “Qualquer relação que começa sem transparência, está fadada ao insucesso!”, confirma Amato.

Vale justa causa?

No momento de descoberta de uma mentira cria-se outro questionamento: como proceder? Conversar com o candidato apenas e mantê-lo no quadro independente do ocorrido? Demiti-lo simplesmente? Fazer acordo para que ele peça a demissão? Ou dispensá-lo por justa causa?

Luciano Amato atenta para um aspecto importante, principalmente se a ideia for uma punição mais rígida. “Ao descobrir a verdade, a melhor atitude é agir com transparência e firmeza. Chamar o candidato e expor o ocorrido. Porém é importantíssimo ter documentos que comprovem o fato, caso contrário o candidato pode virar o jogo, inclusive juridicamente”.

Para ele, a justa causa deve ser avaliada com calma. “Tudo depende do contexto e da gravidade da mentira/ omissão. A empresa deve analisar os riscos jurídicos e o que vai gerar maior perda: manter o colaborador ou demiti-lo por justa causa ou não. O que não pode é a empresa aceitar a mentira ou se omitir nestes casos, pois pode denotar conivência e gerar outras atitudes da mesma linha, contaminando a cultura da empresa”, finaliza.
Fonte: Jornal Carreira & Sucesso ( Grupo Catho)

terça-feira, 2 de junho de 2009

VAGAS PARA AGENCIA DE PRAIA GRANDE

Vagas para representante comercial:
1 para Praia Grande
1 para São Vicente
1 para Santos

Salário a combinar.

Maiores informações com Regina no telefone:

13 3016 4443

ou pessoalmente na Agência Praia Grande.